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domingo, 5 de junho de 2011

Slow life é desacelerar para se reconectar a si mesmo,às pessoas e ao

lugar que se vive! Devagar sem pressa, sem ansiedade.Um passo de cada vez.Devagar e sempre!
É um movimento que surgiu em relação a alimentação na Itália após a tentativa do MC Donald's tentar se instalar oferecendo sua comida industrializada uma afronta aos costumes de se comer bem  e devagar apreciando cada ingrediente mediterrâneo, desse movimento denominado Slow Food, originou outras vertentes já ouvi slow life, slow work e também slow craft que é o que quero escrever aqui. Uma Finlandeza traduziu em um manifesto denominado de Draft Craft Manifesto - Ulla Engestrom, sintetizando o que valorizo desde meus 10 anos de vida quando a dona Maria avó da minha amiga Denise tentava ensinar-lhe a arte do crochê, eu me interessei muito mais que a minha amiga, adorei a ideia de produção com as mãos e foi assim que iniciei minha vida de artesã, com esse novo ofício deixei um pouco de lado uma paixão inicial que era colecionar plantas, lembro que mesmo novinha  já possuia uma coleção bem grande de plantas, era necessidade de terra e curiosidade de ver a transformação de brotos, grãos e folhas bipartidas transformadas em mudas...
Depois do croche, aprendi o tricô, bordado o que me rendeu renda extra até na faculdade, mas o prazer de produzir algo de gerar renda, presentes personalizados não tenho como explicar, são técnicas antigas que mesmo criadas há tanto tempo sempre imprimimos nela nosso feeling o que as torna únicas.Quando estava grávida uma amiga me mostrou seu tear de pente liço, lembro que removi montanhas até encontrar um para comprar não era tão fácil no final da década de 80, mesmo assim comprei um tear usado em sociedade com uma amiga, resultado paixão e mistério até poder desvendar algumas possibilidades que essa tarefa constitue,novamente um oficio antigo re -inventado em uma nova época, o tear foi meu psicólogo, pai, gerou renda, emprego e com ele ensinei muitas pessoas que se interessaram prinipalmente crianças e adolescentes com que trabalhei...São artesanatos que para se confecionar demandam tempo e dedicação isso é o chamado Movimento Lento: mudança cultura em direção a abrandar o rítmo da vida e manter as distinções locais.É um retorno à filosofia adotada por praticantes de artes originais há mais de 100 anos: a simplicidade, habilidade, respeito pelo ambiente.
leiam mais sobre esse assunto é muito interessante!
ullamaaria.typed.com
planeta sustentavel.abril.com/blog
slowmovement.com

domingo, 20 de março de 2011

Sustentabilidade



Não quero ser uma Eco chata, mas acredito que se começa em casa os cuidados para deixarmos o planeta mais limpo, por exemplo, nos dias de hoje muitos se espantam quando digo que não tenho um automóvel...é motivo de indignação, mas veja bem não vou me enterrar em um financiamento de 4,5 anos investindo em um bem que a cada ano se desvaloriza mais...fora as despesas e os preços que não são compatíveis com nossos salários  ( meu sonho de consumo é um Gurgel ou Fusca), não pensem que sou dos tempos da caverna, já tive automóveis  o último foi vendido a preço de banana para nos livrarmos de uma banheira que se deteriorava na garagem! Moramos em um bairro bem servido de tranporte publico próximo de três estações de metrô que é fabuloso por que nos deslocamos para todos os extremos e quando estamos com urgência, cansados etc , utilizamos o serviço de táxis;sexta feira fui buscar uma amiga no Aeroporto e peguei uma van Aerobus que passa pertinho de casa, ao esperar observei o trânsito de SP, uma loucura vi que a maioria dos carros na via trafegam com apenas uma pessoa(puro desperdício),o consorte vai ao trabalho utilizando um esquema de carona dividindo as despesas com combustível,fui ,voltei e achei que era o melhor a fazer por que o trânsito não permitia entrar nun táxi e muito menos dirigir...gastamos muito pouco e viemos confortavelmente em um tranporte rápido,seguro e barato que nos deixou na porta de casa!
São Paulo não comporta mais automóveis as pessoas deviam parar de comprar carros para cada membro da família, já temos um metrô que funciona muito bem e a pouco tempo a oferta de bicicletas em algumas estações que facilita muito a vida de pessoas com um pouco de consciência http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u478965.shtml , assistindo um documentário na tv vi uma ideia excelente acho que na é na Dinamarca funciona assim as pessoas não compram os automóveis, quando precisam utilizá-los vão a uma agência que os aluga pelo período combinado ao devolver a pessoa paga e não tem despesas com manutenção,taxas, etc. referente a um veículo!
Aqui no condomínio onde moro pede-se que separe o lixo em apenas duas categorias ( orgânico e reciclável ) e muitas pessoas não respeitam...é consciência de cada um separo e ainda embrulho muito bem restos de alimentos limpos por que sei que alguém vai aproveitar!
Comer carne ... quando fiz a  matéria na faculdade de  Anatomia Humana , me deparei com uma peça do corpo humano, foi o sufciente para deixar de comer carne...voltei na gravidez do meu filho e como meu consorte é carnívoro ainda não consegui abolir...mas ficamos vários dias na semana numa dieta lactovegetariana e  dificilmente sinto falta da carne!

Meu tcc foi sobre o cuidado com o lixo e no caso a reciclagem do plástico, na época 2009, estava iniciando iniciativas para diminuir as sacolinhas plásticas e meu trabalho foi justamente nessa direção : o que fazer com o plástico existente?? elaborei uma sacola feita com as danadinhas das sacolinhas plásticas...http://www.estilors.com.br/pet/detail.php?pet=146&cat=3
Então evito ao máximo as malditas, mas elas sempre aparecem por aqui, guardo e vão virar bolsas...até pouco tempo utilizava-as para colocar no cesto da cozinha e no banheiro mas acabei experimentando o saco de jornal e sério dá certo...mesmo com o lixo da cozinha que é mais  molhado nele coloco duas folhas de jornal e fica ótimo as dicas de como fazer o saco está aqui http://www.deverdecasa.com/2009/12/saquinho-de-jornal.html
Desde pequena  ficava debaixo da parreira que tinha em meu quintal imaginando todas as plantas que podia colecionar...imagine que tive dezenas de vasos com plantinhas diversas que recolhia no mato, de vizinhos...hoje moro em um apto e zás muito pouco dá pra ter por aqui! Antes de mudar pra cá tinha um canteiro e sempre jogava sementes e algumas  apareciam, cultivei limões,manga, ameixa, nêspera,abacate, e antes de vir pro apto plantei-as numa praça perto da casa da minha mãe ,isso já tem uns quatro anos, as árvores estão por lá mas ainda pequenas e sem frutos, conversando com minha amiga entendida do assunto ela me disse que as sementes que são vendidas precisam dos produtos como fertilizantes ..etc.. para crescerem por que a Monsanto não dá ponto sem nó, ela coloca a semente no mercado mas essa não vinga se não utilizar os produtos que ela fabrica também, ainda me explicou que as sementes estão perdendo naturalmente o poder de germinação, talvez por isso minhas árvores estão pequenas...curioso isso, como exemplo é o caso da banana que não tem mais sementes., mesmo com esses dados achei interessante essa ideia