Esses panos de prato não tem nada diferente do que costumamos ver a diferença é que são pintados com GIZ DE CERA simples assim, é só colocar uma lixa em baixo do tecido pra dar firmeza e ele não escorregar depois de pronta a pintura é a vez do ferro de passar, com folhas de papel absorvente sobre o desenho passa-se para tirar o excesso da cera,fica um desenho muito interessante no papel...como se fosse um carimbo, após essa etapa aplicar Termolina e esperar 72hs para secar, segui o passo a passo e ainda deixei de molho antes de lavar...tudo bem, olha só como ficou!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Como prometido o resultado da Pintura Diferente com Giz de Cera
Esses panos de prato não tem nada diferente do que costumamos ver a diferença é que são pintados com GIZ DE CERA simples assim, é só colocar uma lixa em baixo do tecido pra dar firmeza e ele não escorregar depois de pronta a pintura é a vez do ferro de passar, com folhas de papel absorvente sobre o desenho passa-se para tirar o excesso da cera,fica um desenho muito interessante no papel...como se fosse um carimbo, após essa etapa aplicar Termolina e esperar 72hs para secar, segui o passo a passo e ainda deixei de molho antes de lavar...tudo bem, olha só como ficou!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Brasil fio a fio, bordar,criar e compartilhar
título de exposição,palestras vivência e oficinas de grupos e associações de bordadeiras do Estado de Minas Gerais e São Paulo, acontece de 18/2 à 12/3, vamos lá se programem...www.sescsp.org.br unidade Pinheiros programação Sociedade e Cidadania.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Renda de bilros..eu insisto
Esses bilros são os que eu mandei fazer pra presentear a avó do meu esposo(que não sabe rendilhar), ela me emprestou porque não vou utilizar os meus, pois, eles já tem 60 anos.
Esses aí, são são os idosos de 60 anos,guardarei por enquanto...já devem ter trabalhado muito...acima uma cartela de 60 anos também!
Acima estou tentando tecer um marca páginas,algo muito fácil...mas, oh dificuldade...fui descansar...pensar...
pra retomar novamente.
Mas olhem só...quase que sai uma trama...fiz os furos bem espassados e utilizei linha de croche pra poder observar bem as torções e cruzados.
Esses aí, são são os idosos de 60 anos,guardarei por enquanto...já devem ter trabalhado muito...acima uma cartela de 60 anos também!
Acima estou tentando tecer um marca páginas,algo muito fácil...mas, oh dificuldade...fui descansar...pensar...
pra retomar novamente.
Mas olhem só...quase que sai uma trama...fiz os furos bem espassados e utilizei linha de croche pra poder observar bem as torções e cruzados.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Encontrei uma publicação de cordel "O Romance da Rendeira" de Guilherme Faria
estou publicando uma parte quem quiser ler o conto todo acesse textolivre.com.br
Havia na minha aldeia
Uma única beldade,
Moça prendada rendeira,
Leal como a lealdade.
12
Jamais trairia alguém
Quanto mais o seu amor,
Mas foi do ciúme refém,
Causadora de rancor.
13
Sem lamentar o seu fado,
Sem levantar os olhinhos,
Quanto mais olhar pro lado
Com tantos urubuzinhos.
14
Ciúme, que coisa fútil,
Se não fosse “catastrófe”
Para falar desse inútil
Necessito nova estrofe.
15
Desculpem a rima falsa,
Falsa como o mesmo ciúme
Que só pensar dá friúme,
Mala vazia, sem alça.
16
Pois a nossa heroína
(vou chamá-la de Malvina
Para facilitar a rima
Em mais dois versos de cima)
17
Era pura e verdadeira
Não merecia o cutelo
Com que foi morta na esteira,
Por um que nem era Otelo.
18
Tudo começou com a renda
Que Malvina enredou
Por uma falsa encomenda
Que um malungo inventou.
19
Era bem fácil fazer
A moça se dedicar
A um trabalho de tecer,
E por isto se apaixonar.
20
Cada trabalho de renda
Era por si um louvor
À beleza e ao amor,
Embora estivesse à venda.
21
Mas aquele pervertido
Sendo esperto e atrevido,
Aproveitou-se do fato
E comprometeu tal ato.
22
Todo dia vinha olhar
O andamento da trama,
Punha sugestão no ar,
E muito louvor, o sacana.
23
Com isso comprometia
O trabalho da artezã
Com a sua companhia,
Com a sua teia vã.
24
Eis, senhores, a maldade
Contida no sedutor:
Para enrolar uma beldade
Basta um fio condutor.
25
E assim, qual Ariadne
Às avessas, desfiou
O fio da teia de Aracne
Pro labirinto que armou.
26
O noivo da bela Malvina
Afinal desconfiou
Dessa teia muito fina
E de quem a encomendou.
27
Aquilo era uma obra-prima,
Só podia ser paixão;
Traição, ó triste rima
Para um causo do sertão!
28
Pois onde entra a maldita
Sai o amor, entra a desdita
E logo assoma a morte
Co’ algum instrumento de corte
29
Como cutelo ou sovela
Como foi no caso dela,
Que o noivo era sapateiro,
Nas horas vagas, coveiro.
30
Malvina naquela noite
Cujas horas como açoite
Demoravam a passar
Esperando o seu penar,
31
Sabendo que o confronto
Viria na hora do sono
Pois o ciúme, seu patrono,
Tinha atingido o ponto
32
Mais alto, naquela mente
Do sapateiro demente
Que naquela mesma hora
Resolvera: “É agora!”
33
Malvina fez uma prece
E cantou uma canção
D’um salgueiro que, parece,
Não existe no sertão.
34
E depois deitou na esteira
Com a mão no coração:
Ele assomou na soleira
Com a sovela na mão
35
E perguntou: “Já fizeste
A oração que lhe cabe?
Pois agora tu me deste
A permissão que te acabe.”
36
E degolou a ovelhinha
Que só um suspiro deu,
Morrendo a pobrezinha
Por perfecionismo seu.
37
Pois seu único pecado
Foi o amor e a candura
Que aquela alma pura
Pôs num trabalho arretado:
38
Uma renda, uma teia,
Exposta numa parede
Do museu da nossa aldeia
Que tem renda... e tanta rede!
Uma única beldade,
Moça prendada rendeira,
Leal como a lealdade.
12
Jamais trairia alguém
Quanto mais o seu amor,
Mas foi do ciúme refém,
Causadora de rancor.
13
Sem lamentar o seu fado,
Sem levantar os olhinhos,
Quanto mais olhar pro lado
Com tantos urubuzinhos.
14
Ciúme, que coisa fútil,
Se não fosse “catastrófe”
Para falar desse inútil
Necessito nova estrofe.
15
Desculpem a rima falsa,
Falsa como o mesmo ciúme
Que só pensar dá friúme,
Mala vazia, sem alça.
16
Pois a nossa heroína
(vou chamá-la de Malvina
Para facilitar a rima
Em mais dois versos de cima)
17
Era pura e verdadeira
Não merecia o cutelo
Com que foi morta na esteira,
Por um que nem era Otelo.
18
Tudo começou com a renda
Que Malvina enredou
Por uma falsa encomenda
Que um malungo inventou.
19
Era bem fácil fazer
A moça se dedicar
A um trabalho de tecer,
E por isto se apaixonar.
20
Cada trabalho de renda
Era por si um louvor
À beleza e ao amor,
Embora estivesse à venda.
21
Mas aquele pervertido
Sendo esperto e atrevido,
Aproveitou-se do fato
E comprometeu tal ato.
22
Todo dia vinha olhar
O andamento da trama,
Punha sugestão no ar,
E muito louvor, o sacana.
23
Com isso comprometia
O trabalho da artezã
Com a sua companhia,
Com a sua teia vã.
24
Eis, senhores, a maldade
Contida no sedutor:
Para enrolar uma beldade
Basta um fio condutor.
25
E assim, qual Ariadne
Às avessas, desfiou
O fio da teia de Aracne
Pro labirinto que armou.
26
O noivo da bela Malvina
Afinal desconfiou
Dessa teia muito fina
E de quem a encomendou.
27
Aquilo era uma obra-prima,
Só podia ser paixão;
Traição, ó triste rima
Para um causo do sertão!
28
Pois onde entra a maldita
Sai o amor, entra a desdita
E logo assoma a morte
Co’ algum instrumento de corte
29
Como cutelo ou sovela
Como foi no caso dela,
Que o noivo era sapateiro,
Nas horas vagas, coveiro.
30
Malvina naquela noite
Cujas horas como açoite
Demoravam a passar
Esperando o seu penar,
31
Sabendo que o confronto
Viria na hora do sono
Pois o ciúme, seu patrono,
Tinha atingido o ponto
32
Mais alto, naquela mente
Do sapateiro demente
Que naquela mesma hora
Resolvera: “É agora!”
33
Malvina fez uma prece
E cantou uma canção
D’um salgueiro que, parece,
Não existe no sertão.
34
E depois deitou na esteira
Com a mão no coração:
Ele assomou na soleira
Com a sovela na mão
35
E perguntou: “Já fizeste
A oração que lhe cabe?
Pois agora tu me deste
A permissão que te acabe.”
36
E degolou a ovelhinha
Que só um suspiro deu,
Morrendo a pobrezinha
Por perfecionismo seu.
37
Pois seu único pecado
Foi o amor e a candura
Que aquela alma pura
Pôs num trabalho arretado:
38
Uma renda, uma teia,
Exposta numa parede
Do museu da nossa aldeia
Que tem renda... e tanta rede!
FIM
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Ganhei meu primeiro selinho ele é muito especial
Veio do blog da amiga Graça mgcrocheartes.blogspot.com , obrigada viu!!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Sobre os bilros
Muitos que chegaram ao meu blog sabem que estou tentando aprender pelos vídeos, fotos e materiais escritos que se encontra na net...mas estou achando alguma dificuldade que na maioria dos aprendizados é apenas um modo ou jeito que só se aprende com a presença do professor...ahaha, podemos ter a globalização , acesso a várias culturas e materiais, vídeos, etc...mas o principal ainda é o ser humano em pessoa!Decidi não desistir enquanto isso vou colocando aqui assuntos relacionados e terminando meus outros trabalhos..!!
Objetos de desejo:
Almofadas antigas mas mui lindas:
IMPORTANTÍSSIMO , O ESQUEMA BÁSICO DOS PONTOS:
ESPERO QUE NÃO DEMORE TANTO PRA APRENDER...
E PRA RELAXAR E LEVAR A UMA PROFUNDA REFLEXÃO!
BJK.
Objetos de desejo:
Almofadas antigas mas mui lindas:
IMPORTANTÍSSIMO , O ESQUEMA BÁSICO DOS PONTOS:
OLHA SÓ QUE LINDAS BIJOUS!!
E PRA RELAXAR E LEVAR A UMA PROFUNDA REFLEXÃO!
BJK.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Ontem fui a um show de música latina no caso Fernando Ferrer
foi muito bom,além, de gratuito, havia pessoas de todas idades dançando muito a salsa com muitos requebrados...fiquei sabendo que há um site com a programação latino americana aqui em sp é o elguialatino.com , foi no site que fiquei sabendo do que aconteceu na semana passada no shoping Cidade
Jardim no dia do shown da Marina de la Riva, confiram lá, ainda vivemos em pleno século 21 o" pré-conceito" racial na maior metrópole da América Latina!
Mudando um pouco de assunto, estou muito frustrada, não consegui avançar nadinha na renda de Bilros...o jeito é esperar que caia do céu alguém pra me ajudar, já que procurei muito e até agora nada!
Estou aproveitando nesse tempo de espera para projetar uma almofadinha de alfinetes e o bordado do meu nome pra colocar na almofada assim como uma caixa pra colocar a almofada porque quando se está usando ela fica escorregando, boa noite e uma ótima semana!
Ha, ha só o duende está conseguindo...
E algo do gênio Salvador Dali pra inspirar...
Jardim no dia do shown da Marina de la Riva, confiram lá, ainda vivemos em pleno século 21 o" pré-conceito" racial na maior metrópole da América Latina!
Mudando um pouco de assunto, estou muito frustrada, não consegui avançar nadinha na renda de Bilros...o jeito é esperar que caia do céu alguém pra me ajudar, já que procurei muito e até agora nada!
Estou aproveitando nesse tempo de espera para projetar uma almofadinha de alfinetes e o bordado do meu nome pra colocar na almofada assim como uma caixa pra colocar a almofada porque quando se está usando ela fica escorregando, boa noite e uma ótima semana!
Ha, ha só o duende está conseguindo...
E algo do gênio Salvador Dali pra inspirar...
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